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Friday, November 03, 2006



Antes que a dor me destrua os sentidos e que ausência me faça perder a vontade de andar para frente, eu me derramo aqui, em uma folha limpa.

Antes que eu me vá para sempre, ou mesmo que eu nem saiba quando, eu me entrego inteiro ao amor que sinto.

Antes mesmo de cair a tarde distante e o pôr-do-sol me faça adormecer em mim, eu venho aqui, para dentro do meu peito em dores, arrancar de dentro amores tão imensos que nem eu mesmo sei o quanto tenho, o quanto cabe dentro de um ser pequeno diante da força que me faz chorar, que me faz sentir, que me faz aqui me derramar em lágrimas pela saudade.

Antes que o sol queime e que a estrada encubra com o calor;

Antes que a vida passe e meus sentidos também, eu me derramo agora, por inteiro;

Antes mesmo que a noite venha e a cidade grande com suas luzes e fumaças estonteantes me corroam a sensibilidade, eu venho aqui, e me derramo, dentro de ti, amor que tenho.
Antes que a lua esfrie o que alma guarda, eu me derramo agora, sem nenhuma calma, em cima da folha limpa que escolhi e lhes falarei, meus grandes e verdadeiros amigos, meus amores...


in: www.mestressan.blogspot.com



Friday, October 13, 2006

TO MY HUSBAND ... I DO
 



My Sweet Husband,

There is already 14 th of October, I want to give you my special Greetings in your Birthday, and of course telling you what you already know baby, so my love special for you:


Ise Ilios mou Mouraki Mou, ke ego S AGAPO POLI, POLI , POLI.

KRONIA POLA MOURAKI



Saturday, September 09, 2006

I LOVE YOU AND I ALWAYS WILL LOVE YOU
 




Monday, August 14, 2006

HASTA LA VISTA BABIESSSSSSSSSS
 




Sunday, July 30, 2006



Let us alone. All things are taken from us, and become portions and parcels of the dreadful past.

Let us alone. What pleasure can we have to war with evil? Is there any peace in ever climbing up the climbing wave?

All things have rest, and ripen toward the grave in silence; ripen, fall and cease:

Give us long rest, or dreamful ease.

Please stop the WAR.



Monday, July 03, 2006




Num papiro a tinta indelével

Escrevi mil palavras sem sentido,

Frases sem nexo, despidas de emoção,

Cruas, sofridas.


Descobri o vazio da minha alma,

A frustração escrita, por dizer,

O sofrimento oculto, por escrever.


Sem querer,

Encontrei no som da minha voz,

A amarga certeza de estar perdida.


Margarida Fernandes Neves



Friday, June 30, 2006



Às vezes sinto “um não sei quê”, como se quisesse gritar o que sinto, mas não sei o que sinto.
Por vezes sinto-me … Vazia;
Por vezes sinto-me perdida no mundo que criei, desorientada…

Por vezes sinto-me triste com a imagem reflectida no espelho … Desconhecida.

Por vezes sinto-me...
São tantas as vezes que perco a conta; São tantos os porquês, que sufoco, sufoco com as vezes que me sufoco!

São tantas as vezes em que espero, por ti, por alguém...por ninguém…

Não há caminho para mim, não enquanto estou parada.
Não enquanto estou de olhos fechados, não enquanto tiver medo.

Por vezes sinto-me capaz de vencer o mundo e nessa altura sou Eu
Por vezes sinto-me capaz de ir em frente …

Por vezes estas vezes são mais vezes, por vezes as outras vezes desaparecem
Risco-as de mim
Risco-as do meu dicionário
Levantei a cabeça...
E por vezes vou vencendo

Um dia depois do outro … por vezes são tantas as vezes que já lhe perdi a conta.



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