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Sunday, September 26, 2004



A ausência de comunicação leva-me, aliás acho que acontece a quase toda a gente, a procurar sózinha respostas por vezes absurdas.

Já passou imenso tempo desde os acontecimentos sórdidos que tu tão bem sabes.

Decidi, é um facto, pôr um termo na nossa “relação”, fi-lo, não por ter deixado de gostar de ti, mas porque me sentia “amarrada” a alguém que ultimamente apenas estava a “fugir” de mim, sem que me desse uma justificação que fosse clara e precisa para o que estava a fazer.

Todos os e-mails que recebi teus, desde que tomaste a decisão de não me contactar pessoalmente, li-os e reli-os a procurar ver para além das entrelinhas, mas só me deixaram com mais e mais dúvidas.

Disse-te que “Mistério” não faz o meu género, e é verdade. No entanto este “Mistério” que foi criado diz-me respeito a mim, e isso penso que estás de acordo. É lógico que pretenda as tais respostas, como te disse no voice mail, já não tem interesse para mim saber quem fez o quê, mas simplesmente saber o Porquê desta situação, o Porquê da Calúnia!

Entendo que quisesses, como dizias, estar “ausente mas atento”, mas gostaria que essa tua atitude não me lesasse a nível pessoal e foi o que aconteceu.

Deverias conhecer e saber que não faz mesmo o meu género lavar roupa suja em público; também não faz o meu género, “peixeiradas” pessoais, sempre fui adepta do diálogo educado e civilizado.

Penso também que para se poder viver tranquilamente ou mais tranquilamente, temos de “arrumar” as ideias e para isso há situações que devem ser clarificadas. O que fiz ao longo de algumas semanas já passadas, felizmente, foi refrear, tanto quanto possível a vontade que tive de satisfazer todas aquelas questões e com isso, dei por mim a fazer uma “operação cosmética” diária e contínua; No entanto passava a semana e toda esta situação atingia proporções dantescas.

Honestamente não queria ter ficado de ti com uma imagem …. “menos agradável”.
Naturalmente eu também errei, errei quando confiei em ti, deveria ter ponderado mais a situação, aliás deveria ter resistido, mas enfim nunca disse que era perfeita, valeu como exemplo futuro. Analisando o teu comportamento friamente … concluo que sempre foste um pouco obsessivo, sofucante até … mas já há tanto tempo que não amava assim que imaginei ser … falta de prática?!

Aguardei pelo teu bom senso e com isso quero dizer que aguardei notícias tuas, mas o silêncio caiu definitivamente, do Nosso Tempo ficou “apenas” um ASCO enorme que sinto quando me lembro de ti Canalha.



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