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Sunday, October 24, 2004



Quantas vezes sentimos ser “personas non gratas”?
Quantas vezes sentimos que somos afastadas pelo facto de nos tornar-mos incómodos?
Quantas vezes sentimos uma vontade enorme de não desistir apesar das injustiças?
Quantas vezes sentimos uma revolta interior pelos comportamentos que presenciamos de perto?
Quantas vezes sentimos vontade de enfrentar quem quer que seja?
Quantas vezes pretendemos ultrapassar barreiras e fazer entender o sentido de justiça?
Quantas vezes sofremos por nós e pelos que amamos?
Quantas vezes sentimos vontade de bater com a porta e deixar para trás tudo o que nos revolta?
Quantas vezes desejamos ser “cegos” para não ver os crápulas, os oportunistas, os hipócritas, os falsos, os sem carácter?
Quantas vezes desejamos ser “surdos” para não ouvir palavras falsas, mentiras?
Quantas vezes sentimos vontade de baixar os braços dizendo: não aguento mais?

Quantas vezes nos isolamos e pedimos:

Força para não desistir;
Coragem para ser incómoda;
Honestidade para não desiludirmos quem nos ama;
Discernimento para poder distinguir o “certo” do “errado”;
Pureza para não perdermos o sentido mais puro de um sorriso apesar das adversidades;
Harmonia para não criar desequilíbrios;
Sabedoria para podermos enfrentar a maldade;
Atitude para podermos marcar pela diferença.

As dúvidas são traidoras e fazem – nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de TENTAR mais uma vez…



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