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Tuesday, November 09, 2004



Quando eu chegar pertinho de ti sem nada dizer e permanecer em silêncio, fala comigo e arranca tudo o que poderes;

Se notares que estou a ponta de chorar, não me diga não chores;

Quando eu chegar com muita raiva de alguém, não tentes convencer-me que estou errada;

Se eu começar a relatar as minhas mágoas, por favor, ouve-me;

Quando eu expuser as minhas decepções, frustrações, fracassos e tantos sentimentos dolorosos, em outras palavras estou a dizer-te que preciso do teu colo;

Quando eu baixar os olhos para o chão, não digas “olha para cima”, eu posso estar a procurar dentro de mim as respostas de que necessito;

Quando eu aparecer com medos, inseguranças, preocupações ansiedades e tantas outras emoções, por favor, não me fales de terapias, métodos, remédios, fórmulas prontas e nem de receitas da vida.

Entende uma coisa, quando eu me abro para ti tudo me parece mais simples, mais fácil de lidar. O que nos une é forte demais para desafiar os limites de tolerância.

Quando finalmente, eu abrir um amoroso e fortalecido sorriso, abraça-me carinhosamente, diz: “estamos juntos amor”.



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