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Monday, January 31, 2005

To ADAM
 




Now you’re the only star in my blue heaven, in dreams I see your face; you’re guiding light that brightens up my night.

I know you have difficult to understand my poor English, but you must be sure, although the decision I’ll make about us, I love you and I always do.

You are the most beautiful thing that happened to me on the last seven months.
I Love you my sweet love.



Friday, January 28, 2005



Se eu não tivesse o dom
De inventar uma mãe, no espaço da terra,
Não sei se seria só alma ou só corpo,
Ou corpo sem alma, ou alma sem corpo.

Sei que assim,
Eu não sou, totalmente, um corpo
Fora da alma.
Sou um corpo e alma.

Há sempre um beijo metafísico de mãe.
Há sempre o meu corpo vivo
Dentro da minha alma viva,
Ainda que o meu corpo e alma
Brilhem por um beijo metafísico.



Thursday, January 27, 2005



Por mais que eu pense e tome consciência do que sou no meu EU;
Por mais que eu lute e quebre barreiras dentro de mim;
Por mais que eu queira ser o SER que não sou;
Por mais que eu queira, lute e pense, serei sempre o EU que sou...



Tuesday, January 18, 2005



Posso partir de uma acutilante análise dos problemas imediatos que enfrento diariamente, posso até traçar um diagnóstico arrepiante reservado. Posso mergulhar na cegueira da ideologia igualitária e cosmopolita, no entanto atrevo-me a dizer que todos nós assistimos passivamente à colonização do nosso “território” (leia-se trabalho) por massas alógenas, que contam com a altiva colaboração dos sectores esquerdistas e com a complacência da direita, refém do “terrorismo” mediático e intelectual.

Assim, absorvidos por um etno-masoquismo doentio, parecemos renunciar voluntariamente à nossa identidade etno-cultural, e a um grandioso destino comum.

A solução reside na fórmula de resistência e reconquista. Há muito que estamos absortos ora num intelectualismo estéril, ora na bazófia pseudo-revolucionária. A esse pensamento rotulamo-lo de radical, entendendo radical não como sinónimo de extremismo mas antes como fundamental.

Assim, tendo como ponto de partida este “pensamento radical” nada mais, é do que estabelecer uma síntese entre o tradicionalismo e o futurismo, em oposição ao conservadorismo decrépito e ao modernismo em avançada decomposição.

Frente a um sistema decadente devemo-nos envolver num combate sem concessões, um “combate” que é de todos e de cada um de nós, o “combate” pela identidade, pelo direito de sermos o que somos.



Thursday, January 13, 2005



Raramente me lembro dos sonhos, mas dos que me lembro e só pela banalidade, acabam por me assustar.

Em algumas outras circunstâncias, lembro-me de ter tido sonhos interessantes, mas lembro só de ter tido o sonho, não de como o sonho era.

Outra indagação minha é com aquela famosa frase zen-budista: “Um monge sonhou que era uma borboleta. Quando ele acordou, não sabia se era um monge que tinha sonhado ser uma borboleta, ou se era uma borboleta sonhando ser um monge”.

Ainda assim espero um dia ter um sonho lindo, numa noite comum em que olhando para o céu, encontro a lua, uma lua linda cor de mel. Surge uma ave do meio da constelação, que pegará em mim e me levará para a lua no meio da maior e mais fantástica emoção.

Quando chegar lá, avistarei duas trilhas, escolho a da direita, e deixarei que a trilha da esquerda desapareça sem nunca saber onde iria dar …

Nessa altura, abraças-me e vais deixar que os meus olhos se fechem, e confiem um minuto nos teus. Vais vigiar o meu descanso, vou sonhar com a tua boca, com o teu beijo, com o teu corpo na minha pele, vou sonhar com tudo o que quero de ti sem ter saudade.

E eu, irei entregar-me neste sonho e assim que acordar, faço do sonho lindo a nossa realidade.



Tuesday, January 11, 2005

"Mais Fácil Desistir que Resistir"
 



Ai S. Tomé, S. Tomé ... será que a miragem seria pescar um novo ... sei lá, um novo tipo de "cherne?
Portugal, em que mãos é que tu andas?! Quem será o próximo?



Monday, January 10, 2005



Ficamos eufóricos com o aproximar do novo ano; endividamo-nos por tudo e por nada; viramos “gringos” num País distante; deixamo-nos contagiar por outros povos simpáticos, sorridentes, calorosos. Por momentos esquecemos o mundo em que vivemos, a sociedade com que convivemos no nosso País natal, e quando soam as doze badaladas pegamos numa taça de champanhe e brindamos, brindamos ao “novo” ano, muitos tchim – tchim , comemos doze passas e pedimos doze desejos, sim porque pedir não custa…

Muita alegria, muita folia, muita bebedeira, muitos brindes ao novo ano, muito despesismo, muita comemoração pela noite fora.

Afinal porque brindamos?

A subida, acima do valor da inflação, da electricidade, da água, do gás, dos transportes públicos, dos combustíveis, do pão, dos bens alimentares, dos jornais e revistas, das portagens, dos automóveis, dos medicamentos, das consultas e exames médicos, das habitações, das rendas, dos telefones, do infantário, da escola, das propinas da universidade, das viagens?

Os salários congelados ou aumentos salariais abaixo do valor da inflação?

A perda do poder de compra e o aumento do endividamento das famílias portuguesas?

A entrada em vigor do novo código do trabalho e a perda de direitos sociais e laborais ano após ano?

O aumento do desemprego, o aumento do número de pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza, o aumento da miséria social no nosso país?

A crescente escassez de líderes políticos competentes, responsáveis e trabalhadores?

A crescente onda de Corrupção?

A crescente desresponsabilização do Estado nas áreas da saúde, da educação, da investigação e da segurança social (com a crescente monopolização por parte dos grandes grupos económicos destas áreas estratégicas de desenvolvimento nacional)?

A crescente desigualdade da distribuição da riqueza no mundo, em que 10 por cento da população mundial detém 90 por cento da riqueza produzida no planeta?

A crise política e económica em que o país mergulhou devido a erros sucessivos de maus governantes?

A destruição humana, social e económica provocada pelo Tsunami que se abateu sobre as costas dos países asiáticos (e africanos)?

Há certamente outras tantas razões para comemorar, mas acima de tudo comemoramos porque continaumos a ter Fé para Acreditar que tudo poderá ser diferente.

Um Fantástico 2005 para todos!



I Came Back
 





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