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Tuesday, January 18, 2005



Posso partir de uma acutilante análise dos problemas imediatos que enfrento diariamente, posso até traçar um diagnóstico arrepiante reservado. Posso mergulhar na cegueira da ideologia igualitária e cosmopolita, no entanto atrevo-me a dizer que todos nós assistimos passivamente à colonização do nosso “território” (leia-se trabalho) por massas alógenas, que contam com a altiva colaboração dos sectores esquerdistas e com a complacência da direita, refém do “terrorismo” mediático e intelectual.

Assim, absorvidos por um etno-masoquismo doentio, parecemos renunciar voluntariamente à nossa identidade etno-cultural, e a um grandioso destino comum.

A solução reside na fórmula de resistência e reconquista. Há muito que estamos absortos ora num intelectualismo estéril, ora na bazófia pseudo-revolucionária. A esse pensamento rotulamo-lo de radical, entendendo radical não como sinónimo de extremismo mas antes como fundamental.

Assim, tendo como ponto de partida este “pensamento radical” nada mais, é do que estabelecer uma síntese entre o tradicionalismo e o futurismo, em oposição ao conservadorismo decrépito e ao modernismo em avançada decomposição.

Frente a um sistema decadente devemo-nos envolver num combate sem concessões, um “combate” que é de todos e de cada um de nós, o “combate” pela identidade, pelo direito de sermos o que somos.



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