<$BlogRSDUrl$>

Thursday, January 13, 2005



Raramente me lembro dos sonhos, mas dos que me lembro e só pela banalidade, acabam por me assustar.

Em algumas outras circunstâncias, lembro-me de ter tido sonhos interessantes, mas lembro só de ter tido o sonho, não de como o sonho era.

Outra indagação minha é com aquela famosa frase zen-budista: “Um monge sonhou que era uma borboleta. Quando ele acordou, não sabia se era um monge que tinha sonhado ser uma borboleta, ou se era uma borboleta sonhando ser um monge”.

Ainda assim espero um dia ter um sonho lindo, numa noite comum em que olhando para o céu, encontro a lua, uma lua linda cor de mel. Surge uma ave do meio da constelação, que pegará em mim e me levará para a lua no meio da maior e mais fantástica emoção.

Quando chegar lá, avistarei duas trilhas, escolho a da direita, e deixarei que a trilha da esquerda desapareça sem nunca saber onde iria dar …

Nessa altura, abraças-me e vais deixar que os meus olhos se fechem, e confiem um minuto nos teus. Vais vigiar o meu descanso, vou sonhar com a tua boca, com o teu beijo, com o teu corpo na minha pele, vou sonhar com tudo o que quero de ti sem ter saudade.

E eu, irei entregar-me neste sonho e assim que acordar, faço do sonho lindo a nossa realidade.



This page is powered by Blogger. Isn't yours?