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Sunday, March 20, 2005



No rosto pálido sinto o desejo, a fome de gerar vida mesmo sem querer, por uns breves momentos de prazer, na ânsia de alcançar o destino;
De rosto ainda pálido quero contaminar as almas de amor carnal, agarrar com mãos de gigante, querendo tudo de uma só vês.

No rosto ainda pálido sinto a razão transparecer, irracionalmente, ordenando antes de pensar – errando!

Mas … peco sem maldade, grito de prazer, imaginando o que se faz … esteja certa ou esteja errando …nada importa!

Importante é o momento em que se devora a “presa”, abandonando em lágrimas a vítima … ficando então obscuro o que mais transparente pode existir … o Amor …



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