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Thursday, June 16, 2005

SOU ...
 



Eu sou tanta coisa. Sou tão complicada, Sou tão simples. Sou tudo e Sou nada …

Sou estações do ano, mas acima de tudo Sou Verão, Sou Mar, o meu Mar…Sou areia, Sou peixe, Sou Ondas.

Sou nuvens, Sou vento, Sou brisa suave, Sou chuva forte, Sou aguaceiro, …

Sou dia, Sou Sol … Sou noite, Sou Lua Cheia …

Sou Primavera quando entro em Março … Sou Rosa, Margarida, Sou tulipa, Sou girassol …

Sou Outono … folha caída, Sou vento forte que arrasta …

Sou Inverno … Sou frio, Sou lareira, Sou casaco de lã quentinho, Sou cobertor pesado, Sou edredão macio, Sou chocolate quente, Sou leite morninho pela noite, Mas Sou bem melhor se Sou Verão…

Sou viagens, Sou passeio, Sou shoppings, Sou compras, Sou esplanada de bar, Sou casa de amigos, Sou de dentro e Sou de fora …

Sou música o dia todo, Sou blogs, Sou e-mail, Sou Power Point, por vezes Chat com Aquela Pessoa especial e por vezes chata, hahahahahaah …

Sou amiga, Sou desconfiada, Sou teimosa, Sou insistente, Sou impaciente, Sou faladora, Sou silêncio, Sou adulta, Sou criança, Sou rabugenta …

Sou risos, Sou choro, Sou lágrimas, Sou gargalhadas, Sou emotiva …

Sou branco, Sou rosa, Sou azul mar …
Sou boné, Sou óculos de sol, Sou chinelas, Sou calções, Sou saia Comprida, Saia curta, Sou pés na areia…

Sou ar livre, Sou natural …
Sou caminhar sem parar, sem destino, sem lugar … Sou carro para viajar, para passear…
Sou bicicleta, Sou cavalo a galopar, Sou pedra a escalar, Sou aventura sem parar …

Sou fogo, Sou Amor, Sou selvagem, Sou princesa, Sou delírio, Sou intensidade, coragem, sinceridade, verdade, Sou tudo, tudo … mas acima de tudo SOU MAR.



Tuesday, June 14, 2005




Eu creio que os fins, no processo socio-político e económico mundial do presente, têm um significado negativo e polémico, enquanto forem um arsenal de justificações de elitistas "objectivos", que misturam desordenadamente mentiras, aparências, encantamentos, visões de líderes libertadores de povos e de nações, hipocrisias, ficções, paixões, sentimentalismos, tradições, snobismos, hipóteses, correcções, credulidades, contradições, quimeras e má fé.

Por isso, tais justificações lançam mão de quaisquer meios: o pensamento medíocre de alguns líderes refugia-se, desta forma, nas justificações através dos fins.

Exemplos actuais são as pretensas filosofias políticas que pretendem, mais do que legitimar um determinado regime ou uma certa forma de luta, menosprezar qualquer reflexão ou análise do fenómeno político, postulando que só elas podem estabelecer a verdade ou ultrapassar qualquer possibilidade de conflitos.

Mas, a História demonstra-nos que um povo, no meio do qual se imponha a ideia de que deve o seu bem-estar moral e material aos que o governam, não conservará tal suposta felicidade por muito tempo.

Cambada de parasitas…deixem-se de snobismos bacoco.



Monday, June 13, 2005



O melhor beijo é o beijo desejado, o beijo que completa, o beijo com sabor de desejo na pele, no sexo...

O melhor beijo é o da vontade, o beijo que faz o pensamento, o beijo que faz a boca e o corpo querer um novo beijo outra vez.

O melhor beijo é o beijo sem tempo, o beijo de longa duração, o beijo de curta duração, o beijo de vinte segundos ou de vinte minutos, isso não importa, o que conta é que enquanto se beija o tempo para.

E nesta inércia de tempo, só sinto a vontade louca de mais um beijo. Sinto a língua que de encontro com a minha faz um toque suave e excitante, humedecendo a minha alma. Sinto a língua que viaja dos dentes ao céu-da-boca. Sinto a língua que acarinha os meus lábios.

A língua e a língua … a língua que me roça, que me percorre, que me navega, que me lambe …

O melhor beijo é o beijo em que a língua faz o beijo e o beijo faz o amor … ai o Beijo!!






Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.



Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.



Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.



Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.


Adeus


(Eugénio de Andrade)



Thursday, June 09, 2005



Amo em silêncio. Sofro em silêncio.

Do meu silêncio, da minha solidão e do meu refúgio, nasceu alguém que já não conheço. O isolamento fez com que me perdesse dentro de mim.

Já não sei quem sou!

Esta procura que agora faço, esta tentativa de reencontro, tem sido bastante sinuosa e espinhosa. Já percorri caminhos que nunca quis conhecer, e descobri o que jamais pensei existir.

Tenho saudades da minha inocência, da loucura de pensar que era feliz.

Amo em silêncio. Sofro em silêncio.

Neste momento, há uma nostalgia que se apodera de mim. Uma lágrima envergonhada percorre as faces cansadas do meu rosto. Estou cansada. Cansada de me esconder perante mim e os outros.

A minha lágrima é como outra qualquer. Uma lágrima igual à de tanta gente. No entanto, é uma lágrima diferente. É uma lágrima silenciosa e que todos fazem questão de silenciar.

Amo em silêncio. Sofro em silêncio.

A barreira que encontro nos outros alimenta os meus silêncios. Tenho medo de descobrir o que não quero. Ainda não estou preparada para perder aqueles que hoje se dizem meus amigos.

Sou a mesma que sempre fui. Aquela em quem confiaram, aquela com quem já se riram e choraram, com quem falaram e cantaram, aquela que transmite fortaleza, mas na realidade ninguém me conhece! Não conhecem a mulher que ama, que chora, que sofre e que sonha. Tenho medo de me mostrar. Medo que o vosso silêncio se junte ao meu. Medo de sair da minha solidão interior e ficar completamente só.

Amo em silêncio. Sofro em silêncio.

Será que ninguém compreende o valor do amor? Não será o meu amor igual ao dos outros? Será que amo de forma diferente? No meio de tantas incertezas só sei que o meu amor não tem fim. Amo incondicionalmente. Amo paisagens, objectos, animais, pessoas. Amo sem olhar à cor, à cultura, à fortuna e ao sexo. O meu amor é superior a tudo isto e sinto-me feliz por isso. Não partilho esta felicidade com ninguém pois o vosso mundo não é assim.

No mundo em que vivemos, o amor não existe, não podemos simplesmente amar?!
O amor subjuga-se ao sexo e deixa-se limitar pelo corpo. É a isto que chamamos amor? Um sentimento escravo do físico? Onde está aquela nobreza, a superioridade, a irreverência e a juventude do amor?

O sexo em si é um acto puramente carnal e animalesco, mas o sexo também pode transmitir tudo aquilo que as palavras são incapazes de descrever. Para isso, primeiro é preciso que exista amor. Só o amor dá valor ao sexo. Só o amor lhe dá significado. Só o amor o faz transcender e permite juntar os amantes numa união inebriante.

Porque nos limitamos ao sexo quando podemos ter amor? Só peço que me deixem amar e que fiquem felizes por mim.

Sofro em silêncio e continuo a amar em silêncio…



Wednesday, June 08, 2005



Apesar de tudo continuamos amando, e este “apesar de tudo” cobre o infinito.

Apesar de termos acreditado na eternidade dos sentimentos, e depois descobrirmos que nada se mantém estável por muito tempo, continuamos amando…

Apesar de termos sofrido noites inteiras por amores que não se concretizaram ou que foram vagos e pueris, continuamos amando…

Apesar de termos sido rejeitados, apesar do nosso amor não ter sido o suficiente para encantar, continuamos amando …

Apesar de todos os livros escritos, todas as sentenças filosóficas, todas as análises terapêuticas e todos os exemplos de paixões falidas, continuamos amando …

Apesar de não termos mais 15 anos e estarmos numa idade em que os outros acreditam que o nosso coração envelheceu, continuamos amando …

Apesar de sabermos que o amor acaba, que o amor talvez não seja pelo outro, mas apenas uma projecção do amor que sentimos por nós próprios, continuamos amando …

Apesar da falta de dinheiro, das desilusões com a política, do cansaço do final do dia, dos projectos que não foram adiante, do tempo que nos falta e do medo que nos sobra, continuamos amando …

Apesar da chuva que não permite um passeio de mãos dadas, do espaço compartilhado que não permite privacidade, da desaprovação dos que não têm nada a ver com assunto, continuamos amando …

Infinitamente, apesar de tudo, apesar de todos, apesar de, apesar de, apesar de, apesar … continuo amando.



Tuesday, June 07, 2005





You're my man, my mighty king,
And I'm the jewel in your crown,
You're the sun so hot and bright,
I'm your light-rays shining down,
You're the sky so vast and blue,
And I'm the white clouds in your chest,
I'm a river clean and pure,
Who in your ocean finds her rest,
You're the mountain huge and high,
I'm the valley green and wide,
You're the body firm and strong,
And I'm a rib bone on your side,
You're an eagle flying high,
I'm your feathers light and brown,
You're my man, my king of kings,
And I'm the jewel in your crown.



Thursday, June 02, 2005




A propósito do Orçamento do Estado.

Na sua essência, é como o orçamento nas nossas casas. A família se gasta mais do que recebe, se vive acima das suas possibilidades, “está feita ao bife”, quero dizer com isto que se endivida.Perante isto só há duas soluções: ou se gasta menos ou se trabalha mais e melhor para obter mais rendimento.

Se nada se fizer, a dívida acumula-se, o que pode significar transmitir aos filhos as responsabilidades antes criadas e … bem a realidade é que nestas situações se diz: “ficamos com uma mão à frente e outra atrás”.

É certo que há, ainda, uma solução de recurso transitória e ilusória: vender bens para cobrir o que a se gasta a mais. Mas, esgotados os “anéis”, o problema continua e a solução torna-se mais dramática, e esta não é a tal questão de: “vão-se os anéis e fiquem os dedos”.

Com o Estado passa-se o mesmo, com uma grande diferença. O dinheiro não é de cada um, mas de todos. Sobretudo dos que pagam os seus impostos.

Para o Estado, tal como para as famílias, as despesas devem confinarem-se às receitas normais e esta é a regra determinante!

O Orçamento do Estado é do País, não apenas da Administração Pública.

O seu objectivo deve ser aumentar a riqueza de Portugal e o bem-estar dos Portugueses.Para isso, não pode consumir, como hoje acontece, como tem acontecido, metade do nosso trabalho e esforço.

Dois exemplos:

Cerca de 60% de todos os impostos são consumidos nas despesas com os funcionários e aposentados do Estado, que não se podem reduzir por acto de magia.

O IRS e o IRC juntos não chegam para pagar todos os gastos com a saúde e a educação! Não vos estou a falar de fantasias, mas de realidades. Trata-se de uma aritmética financeira incompatível com delírios demagógicos.

Ao longo do tempo, o Estado alargou de tal modo a sua intervenção que, dificilmente, cumpre as regras mais simples de saúde financeira.

O Estado vive, há muito tempo, acima das suas possibilidades, endividando-se ou vendendo bens, gastando mal, alimentando os célebres “BOYS”.

Com imaginação e concertação, há que diminuir a Administração. Há departamentos a mais, há postos de trabalho excedentários, ao mesmo tempo que há necessidade de requalificar e rejuvenescer o quadro de pessoal.

Por fim, serão escassas as possibilidades de recorrer, com racionalidade, a receitas extraordinárias que, aliás, nunca seriam a cura do mal. Podem ser bons “analgésicos” que atenuam, por momentos, a dor mas não vão às causas da doença.

Não nos iludamos: não basta o voluntarismo de palavras inconsistentes nem a pseudo generosidade dos que querem fazer crer que é possível dar sempre mais a troco de nada. Não há direitos adquiridos sem deveres assumidos. Quem diz o contrário pode suscitar aparente simpatia, mas está, de facto, a enganar os outros.Não vale a pena consumir energias com aparências.

A posição do Governo deverá ser clara e recusar o despesismo, combater o conformismo, pugnar por umas contas públicas que sejam uma ajuda ao crescimento económico, à produtividade, à competitividade e, sobretudo, geradoras de maior justiça social.

Portanto, chega de discursos da treta! Olhem para nós e falem como se não tivéssemos quatro anos, afinal já somos crescidos para entendermos todas as jogadas de bastidores.



Wednesday, June 01, 2005

If I Could ...
 




If I could paint my love for you, maybe I paint them with blue sea and yellow sunshine; if I could choose a flower certainly I will choose that flower, if I could … oh boy if I could …



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