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Wednesday, July 13, 2005



Amar é um jeito próprio de sentir.
O amor surge nas horas mais inesperadas no breve momento em que descobrimos em silêncio, uma simples coisa bonita...
Quando vemos uma flor solitária que ninguém mais soube ver...
Ou quando achamos um cantinho calmo, bem a jeito, e aí ficamos sentados com o pensamento a vaguear...
O amor surge nas coisas mais pequenas, pode começar no dia em que, pela primeira vez, fazemos confidências a alguém ou quando ajudamos quem precisa de nós.
O amor vem devagar e, no entanto, é de repente que a gente o sente chegar, já não estamos mais sozinhos e em nós já não há tristeza alguma.
Eu Amo com amor, jamais com interesse.

O carro é frio e insensível;

As roupas bonitas e coloridas não representam nenhuma emoção;

O físico forte é atraente, mas decepcionante.

Sim, tudo é belo, mas nada é real... a não ser … a não ser que se Ame...
Aquilo que é material degenera e enferruja.
O dinheiro maltrata e mata.
As casas e prédios são consumidos pelo tempo.
As roupas saem da moda.
O corpo apodrece.
O mundo acaba.
O amor fica!
Os meus pensamentos fogem da realidade, criando a possibilidade, de te poder ter comigo.
Os teus lábios quentes, sobre os meus entreabertos, roubam mil beijos espertos.
As tuas mãos perfeitas em suaves carícias, deslizam no meu corpo provocando delícias.
Sinto o teu corpo quente, apertado contra o meu, pedindo insistentemente, que tu sejas eu.
Fica difícil sentir a tua respiração ofegante, e é neste embalo deste doce sonho, que sempre me proponho amar-te até não mais poder.



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