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Wednesday, August 31, 2005

S AGAPO
 



What I feel for you, I can’t tell with words, only expressing the beauty of one Greek sunset, or one smile design in the sky … or one fall of shooting stars, or the magic of one nightfall …

What I feel for you … neither in diamonds, jewels, gifts … I can’t translate, because the most sensitive thought is not enough … and I feel you inside of me …

What I feel for you, neither in wonderful things … only the sound of the sea … only the most beautiful melody could express what I feel for you …

What I feel for you … neither in the magic song of one mermaid, neither in one travel without return … only your eyes, your eyes I don’t change for nothing, neither I can forget …

What strong Love I feel for you … I surrender myself to your beauties …

I want your happiness my love .. and me … I want be happy by your side …

What I feel for you … exceed the way of feelings …

S AGAPO MORO MOY KAI MOY LIPIS POLY
ISE O DIKOS MOY ILIOS KARDIA MOU



Tuesday, August 09, 2005




Friday, August 05, 2005



O País está dentro de um inferno, transformou-se num imenso braseiro – e pouco mais ficará para arder.

As discussões sobre a superfície ardida, os meios de combate às chamas enormes, a coordenação desses meios e igualmente a condenação daqueles que presumivelmente foram incendiários, são mais do que muitas.

A floresta é um dos mais significativos elementos da economia nacional. Não se pode ignorar o que representa para muita e muita gente de fracos recursos a perda das suas casas, dos animais que estavam nos seus estábulos, das árvores que vendiam e lhes rendiam portanto uns dinheiros para coisas extras.

Não estou aqui a fazer o discurso do choradinho, pois também se sabe que grandes empresas madeireiras, baldios municipais e outros terrenos igualmente sucumbiram ao flagelo de todos os Verões, mas que, desta feita implicaram uma contabilização mais pormenorizada, dada a extensão da verdadeira catástrofe nacional.

Para além do que ardeu, por entre o negrume das terras consumidas, levantam-se problemas que nem ao mais pintado poderiam ocorrer. Mesmo que “escapados” ao poder dos fogos, ficaram muitos animais que, agora, não têm pasto para consumir, isto é, arriscam-se a morrer à fome por falta de alimentos.

E que dizer daqueles desafortunados cujas habitações ficaram reduzidas a meia dúzia de paredes enegrecidas pelas chamas?
E que dizer desses mesmos desgraçados que perderam os poucos haveres que possuíam e o dinheiro, fruto do suor quotidiano, que guardavam nas casas ou nos colchões ardidos?
E que dizer de quantos terão sucumbido por mor do calor altíssimo, especialmente idosos desidratados?
E que dizer da polémica levantada quanto aos valores numéricos destes últimos?

É sempre mais cómodo afirmar que não se coordenou o que devia ter sido coordenado, que os acessos às zonas a arder não existiam, que os proprietários – públicos e privados – não limparam as matas como lhes competia ao logo do ano, que os bombeiros não chegaram para as encomendas, que há soldados da paz de primeira e de segunda qualidade, que uns estão mais vocacionados para apagar os incêndios urbanos e outros os rústicos...

Isso sim, isso já é uma característica dos Portugueses que, a propósito de tudo e de nada, se entretêm a discutir à posteriori coisas que deviam ter sido objecto de medidas atempadas dos Governos, quaisquer eles que fossem, das autarquias locais, de X, de Y ou de Z.

Há sim que reconhecer o valor e a coragem com que bombeiros, os inúmeros populares e os soldados mobilizados, muitas vezes de mãos nuas, para o efeito, lutaram com o flagelo até à exaustão.

Essas é que são as contas que, depois, se hão de contar aos que vierem depois de nós.



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