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Wednesday, December 21, 2005



Às vezes sinto não sei o quê!
Uma mistura de revolta, desalento, de cansaço; às vezes sinto que estou a mais, às vezes quero que ninguém goste de mim, sinto que não mereço; às vezes e muitas vezes perco-me em pensamentos e gosto de me perder, não são pensamentos mágicos, não são pensamentos de sonho, são pensamentos estranhos, tal como o “meu” mundo estranho.
Às vezes e muitas vezes, quero perder-me, quero acabar perdendo-me …Por vezes perco o “filtro” de ver os “outros”, e nessas alturas …
Às vezes quero fugir, ir embora, diluir-me nos confins da terra, or nas profundezas do mar …
Às vezes … às vezes choro, muitas vezes sem saber porquê! Choro porque choro, choro por dentro muitas vezes.
Às vezes refugio-me numa criança, preciso daquele abraço, daquele sorriso, daquela ternura …
Às vezes, muitas vezes perco-me no conta rotações do carro, afinal quem comanda Eu ou … E vou ao limite, e sinto o “chimbre” do volante e vou mais além …
Às vezes perco a paciência, perco a vontade, perco a tolerância, perco o amor, perco vidas tantas … às vezes.
Um dia perco-me de vez … e nesse dia, esqueçam-me, ignorem-me, queimem-me, façam frases anedóticas sobre mim, façam tudo menos dizerem bem de mim …
Às vezes … tantas vezes …



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