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Wednesday, January 04, 2006



Procuro despir-me do que aprendi;
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram,
Raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembuchar-me e ser Eu...

Ainda assim sou alguém,
Sou a descobridora da natureza,
Sou a argonauta das sensações verdadeiras.
Trago ao Universo um novo universo,
Porque trago ao universo ele próprio.

Em mim há um mar de emoções,
Turbilhão de mim própria
Labirinto onde me perco e encontro
Na procura constante e incessante
Do sentir profundamente verdadeiro.

Prescindirei de tudo na vida,
Menos de ser EU PRÓPRIA.



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